Mostrando postagens com marcador Imperador Augusto. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Imperador Augusto. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 30 de julho de 2019

Cristãos Primitivos - PARTE III

1. PRIMEIRAS CAUSAS DAS PERSEGUIÇÕES

Como já dissemos em outro artigo, se encontrava a civilização naquela época tomada de sensualidade e desvirtuação, agindo como verdadeiros animais. O triunfo dessa sociedade foi o Império Romano, que através de suas perseguições e crueldades germinou o cristianismo por todo o Mundo, fazendo com que, a cada sangue derramado, fosse plantado mais adeptos à verdadeira Religião.

Neste mundo se encontraram os cristãos, que pregavam penitência contra a sensualidade, purificação, abstinência e castidade.

A. Judeus

Por causa das confusões causadas pelos hereges (entenda aqui), principalmente os nazarenos e ebionitas, pelas calúnias dos filósofos, e também por pregarem que um nascido judeu era o próprio Deus, os cristãos eram constantemente confundidos com os judeus, para os romanos "cristão" e "judeu" era a mesma coisa. Os romanos tinham um ódio implacável dos judeus, pois estes, constantemente planejavam e conspiravam contra o Império Romano. Exemplo disto foram as três revoluções que fizeram, uma no Império de Nero e outras duas sob o de Trajano e Adriano, nas quais morreram milhões de judeus e romanos.

B. Religião

Os cristãos celebravam suas reuniões secretamente, guardando profundo respeito aos seus mistérios, obedecendo o que disse N. S. Jesus Cristo: "Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis aos porcos as vossas pérolas[...]"[1]. Por isso, os imperadores obrigavam os cristãos a idolatrarem a pátria e o imperador, e os que se negavam eram considerados antipatriotas, inimigos públicos, ímpios e até ateus.

[1] (Ev. S. Mateus, Cap VII, v.VI)

2. JUDEUS

Os judeus odiavam os cristãos principalmente porque estes não pegavam em armas contra os romanos, o que faziam com bastante frequência os judeus, vide as guerras judaico-romanas.

Assassinaram a pedradas S. Estevão e S. Tiago menor, assassinaram também S. Tiago maior e prenderam S. Pedro, além de incontáveis cristãos que privaram da vida, mas os garantiram a vida eterna.
Martírio de S. Estevão, assassinado por judeus

Saulo de Tarso, que depois viria a ser convertido e renomeado por N. S., era o espelho dos judeus e dos implacáveis assassinos e perseguidores de cristãos da época.[2]

[2] ("[...] Saulo, respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor, apresentou-se ao sumo sacerdote e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, com o fim de levar presos a Jerusalém quantos adeptos deste caminho(doutrina) encontrasse, homens e mulheres.[...] Encerrei em cárceres muitos santos, e tendo recebido, para isso, poder dos príncipes dos sacerdotes, e, quando os faziam morrer, dava o meu voto. Muitas vezes, percorrendo as sinagogas, usava com eles de crueldade, obrigando-os a blasfemar; e enfurecendo-me mais e mais contra eles, perseguia-os até nas cidades estrangeiras." Lv. dos Atos dos Apóstolos Cap. IX v. I e II; Cap. XXVI, v. X e XI)

3. IMPERADORES E SUAS PERSEGUIÇÕES

Martírio dos primeiros católicos
Com esses facínoras os cristãos morriam de diversas formas, entre elas: ser lançados aos leões do circo, queimados, crucificados, entre outras crueldades atrozes.

I. Nero (Reinado: 54 - 68)

Começou bem seu reinado, porém logo entregou-se a todos os vícios que o deram fama. Fez vítimas tais como sua própria mãe, sua esposa e generais do seu exército. Decretou a primeira perseguição aos cristãos, culpando-os pelo incêndio de Roma, que ele mesmo causou. Por ser admirador das artes morreu exclamando: "Que artista o mundo vai perder!"

II. Domiciano (Reinado: 81 - 93)

Louco e cruel como Nero e Calígula. Expulsou de Roma os filósofos, proibiu o cultivo da vinha e assassinou envenenado o General Romano Agricola, aquele que conquistou a Grã-Bretanha. Neste período, S. João foi mergulhado em um caldeirão de água fervente, como não morreu, foi enviado à Patmos, onde escreveu o Livro do Apocalipse.

III. Trajano (Reinado: 98 - 117) e Adriano (Reinado: 117 - 138)

Celebrou suas vitórias com jogos que duraram 123 dias, nos quais faleceram dez mil gladiadores. Consultando o seu panegírico Plinio, o Jovem, a respeito dos cristãos, este respondeu ao imperador: "Eis de que modo me comportei até o momento com aqueles que foram conduzidos diante de mim e acusados de ser cristãos. Perguntei diretamente a eles se são cristãos. Ao responder-me que sim, perguntei-lhes uma segunda e até uma terceira vez, advertindo-lhes que o reconhecimento de algo assim expressaria a morte. Aos que mantiveram sua declaração, ordenei que os executassem. A razão disso foi que não me cabia dúvida de que, qualquer que fosse a natureza do crime que confessavam, certamente este fanatismo e esta obstinação intransigente merecia a morte."[3] Por sua vez, o Imperador Adriano duplicou o salário dos soldados, perseguiu os cristãos e declarou guerra implacável os judeus. Destruiu a cidade de Jerusalém, e construiu uma outra em seu lugar chamada Élia Capitolina. Tinha uma relação homossexual e pedófila com o seu escravo sexual Antinoo, que era 38 anos mais novo que ele.


IV. Marco Aurélio (Reinado: 161 - 180)

Dividiu seu governo com Lúcio Vero (161 - 169), seu genro; combateu revoltas populares e expulsou os bárbaros. Quando estava em uma guerra contra os marcomanos[4] contava-se entre o exército uma Legião só de cristãos, estes já estavam cansados e morrendo de sede, após serem cercados, todos começaram a suplicar misericórdia a Deus, e ficaram livres graças a uma chuva milagrosa que saciou a sede dos soldados e, se transformando em um temporal, expulsou os inimigos com raios e trovoadas.[5] Tal acontecimento deu uma pausa à perseguição aos cristãos.

V. Sétimo Severo (93 - 211)

Matava cruelmente seus inimigos. Faleceu em York[6] dizendo: "Tudo fui e vi que nada vale!".

VI. Maximiano (235 - 238)

Tirano cruel, se matou enforcado, após ter tido o trono usurpado.

VII. Décio (249 - 251)

Morreu em uma invasão de bárbaros na cidade de Mésia.[7]

VIII. Valeriano (253 - 260)

Teve o Império invadido pelos bárbaros, foi preso pelos Persas e morreu esfolado vivo.

IX. Aureliano (270 - 275)

Resistiu à invasões de bárbaros que invadiam a Itália, na batalha contra os Persas, morreu vítima de uma conspiração vinda do seu próprio secretário.

[3] (Plinio, Cartas, L. X, Ep. 96, pg. 81)
[4] (Tribo germânica ligada aos suevos)
[5] (Esta Legião ficou conhecida como "Fulminante")
[6] (Atualmente território da Inglaterra)
[7] (Atualmente território da Sérvia)


4. TETRARQUIA E A DÉCIMA PERSEGUIÇÃO

Diocleciano (Reinado 284 - 305) apagou todos os vestígios da antiga república romana. Dividiu o Império entre Ocidental e Oriental. Nomeou Maximiano Hércules (Reinado: 286 - 305) como "Augusto" do Ocidente, de modo que ele seria hierarquicamente inferior, enquanto Diocleciano ficou "Augusto" do Oriente.

Tendo dividido em duas partes o Império, os "Augustos" nomearam "Césares", que ficariam como uma espécie de príncipes do Império, abaixo da autoridade dos "Augustos".

Diocleciano nomeou como "César" do Oriente Maximiano Galério (Reinado: 293 - 305), assim como Maximiano Hércules nomeou para o Ocidente Constâncio Cloro (Reinado: 293 - 305), configurando assim a "Tetrarquia".

I. Diocleciano

Depois de conseguirem diversas vitórias, Diocleciano mandou cunhar uma moeda com a inscrição "Cristiano nomine deleto" (Exterminando o nome de Cristo). Abdicou posteriormente junto com Maximiano Hércules o seu posto de "Augusto". Morreu de fome, depois de cuspir sua língua cheia de vermes.

II. Maximiano Hércules

Constantino, que já falaremos sobre esse imperador mais a frente, era sobrinho de Hércules, que por diversas vezes o "Augusto" tentou matar, fez com que Maximiano se enforcasse com suas próprias mãos.

III. Constâncio Cloro

Após a abdicação de Maximiano Hércules, assumiu o trono. Se recusou a perseguir os cristãos, e após morrer, passou seu título de "Augusto" do Ocidente a Constantino, seu filho.

5. FIM DA TETRARQUIA

Após a abdicação de Diocleciano e a morte de Constâncio, Maximiano Galério, sendo o "Augusto" do Oriente, reconheceu Constantino como, na verdade, "César" do Ocidente e nomeou em seu lugar Valério Severo (Reinado: 305 - 307) como "Augusto" do Ocidente, então passou a governar a Itália e a África.

No entanto, após a morte de Maximiano Hércules, seu filho Magêncio (Reinado: 306 - 328), influenciado por populares revoltados com os impostos do Império, reclamava por hereditariedade o título de "Augusto" do Ocidente, dado por Galério à Severo.

Valério, após Magêncio dar o golpe apoiado por populares, e ser proclamado "Augusto" da Itália e da África, foi preso em Ravena[8] e foi obrigado a se suicidar cortando suas veias.

Sendo Galério ainda "Augusto" do Oriente nomeou Maximiano Daia (Reinado: 305 - 313) como "César" da Ásia e Licínio (Reinado: 307 - 324) como "César" do Egito. Perseguiu ferozmente os cristãos, e morreu com seu corpo apodrecido, caindo aos pedaços.

Após a morte de Galério, Maximiano Daia e Licínio dividiram os territórios de Galério.

Daia perseguiu ferozmente os cristãos, provocou o martírio de S. Catarina de Alexandria, se aliou a Magêncio e rompeu com Licínio, este declarando guerra a ele, de quem perdeu sua última batalha, e morreu de dores horríveis após ser envenenado.

Magêncio, sendo tirano da Itália e da África, resolveu vingar a morte do seu pai e declarou guerra à Constantino. Licínio, nesta batalha que ficaria conhecida como "A Batalha da Ponte Mílvia", se aliou a Constantino.

Esta batalha seria o início do triunfo do cristianismo, após trezentos anos de sofrimentos e martírios.

[8] (Atualmente território da Itália)




FONTES BIBLIOGRÁFICAS:

P. R. Galante, Compêndio da História Universal, "História Romana", P. III, Ep. I, 148; Ep. II, 150, 151; Ep. III 152 e 154; Ep. IV, 155.
J. J. da Rocha, Compêndio da História Universal, T. I, Cap. XXXVIII, pgs. 182-184.



quarta-feira, 24 de julho de 2019

Cristãos Primitivos - PARTE I

1. CONTEXTO SOCIAL DA ÉPOCA

Apesar de estradas excelentes, palácios esplêndidos e cômodos, aquedutos, banhos, espetáculos, literatura e tudo mais que pode agradar aos sentidos, a situação moral da época era decadente. 

Uma pequena parte da sociedade dominava a grande maioria, tratando-a como se fossem animais. Nas classes elevadas não se encontrava nem crença, nem boa fé, nem humanidade, nem sentimento de honra, porém o mais absurdo ceticismo, o orgulho, a moleza, a corrupção e uma desmedida ambição. O suicídio era comum, inclusive entre os generais e imperadores. As classes inferiores não pediam nada além de "pão e circo", mostrando-se sempre prontas a cometer qualquer crime para consegui-los. Ensinavam os filósofos doutrinas absurdas: a literatura, o teatro e a própria religião eram focos de hedionda imoralidade. Existiam, em média, 200 escravos para cada homem livre, eles eram tratados como animais, como instrumentos da economia. O pai podia vender como escravo seu próprio filho. 


Para eles, tudo era deus, menos o próprio Deus, assim como na Grécia antiga. Admitia-se todas as religiões, menos o cristianismo e o paganismo antropófago dos druidas.


2. TRIUMVIRATO I (60 a.C.) 


Após sucessivas guerras civis, golpes e revoltas na Roma Antiga, o Império se encontrava em praticamente uma anarquia. O 1º Triumvirato apareceu como uma solução a curto prazo naquele momento e consistia em uma aliança secreta entre os generais Crasso, Pompeu e Júlio César. 


Crasso - Ganhou a guerra contra o gladiador Espártaco[1]; governou a Síria; na guerra contra os partos[2] acabou sendo derrotado e morto pelo general do rei Orodes.


Pompeu - Dominou a Hispânia; derrotou o restante de rebeldes aliados à Espártaco, que Crasso derrotara; exterminou piratas na região da Cicília e concluiu uma antiga guerra contra Mitríades, rei do Ponto[3]. Tendo por essas façanhas recebido o título de "Grande".

Júlio César, Crasso e Pompeu
Júlio César -  De família nobre, se tornou popular ainda jovem por sua eloquência, suas liberalidades e suas maneiras encantadoras. Era, porém, ímpio, ambicioso e devasso; Foi governador por cinco anos das Gálias[4] e da Ilíria[5] ; repeliu invasões dos Helvécios[6] e dos Suevos[7]; Realizou duas campanhas bélicas na Grã-Bretanha[8]; e conteve duas revoluções dos gauleses. 

[1] Liderou a maior revolta de escravos de Roma.

[2] Hoje parte do Oriente Médio e Ásia Central e Ocidental.
[3] Atual península da Turquia.
[4] Hoje consiste em algumas partes da Bélgica, da Alemanha e o norte de Itália.
[5] Se estendia do atual norte da Albânia até a Itália, Croácia, Eslovênia, a oeste, e até o rio Sava na atual Bósnia e Herzegóvina, a norte.
[6] Bárbaros pertencentes à cultura celta.
[7] Grupo de povos germanos.
[8] Inglaterra, Escócia e País de Gales.

2.1. GUERRA JÚLIO CÉSAR x POMPEU (49 a.C.) 


Pompeu, incomodado com a crescente popularidade de Júlio César entre o povo e o exército,  pediu que Júlio César liberasse seu exército e que deixasse o governo das Gálias. Por outro lado, César quis obrigar Pompeu a renunciar seus governos. 


Quando finalmente Júlio César atravessa o Rio Rubicon[9], em sessenta dias ele conquistou toda a Itália. Foi à Hespanha, derrotou exércitos de Pompeu e voltando nomeou-se ditador e cônsul. Após este ocorrido, César identificou que seu rival fugira para Tessália[10], onde o derrotou em Farsalo. Dali Pompeu ainda conseguiu escapar para o Egito, lá foi assassinado. 


O Egito estava em uma disputa de trono entre os irmãos Ptolomeu e Cleópatra. César, deu o trono à Cleópatra com reforços de Roma que chegaram na Alexandria. Então, ficou sabendo das invasões de Fárnaces[11] contra o Império Romano. Rapidamente foi em sua direção, o derrotou e escreveu sua famosa frase ao Senado: "Vim, vi, venci.". 

Para voltar à Roma, César ainda passou pela África, onde venceu a Batalha de Tapso contra os pompeianos, que conspiravam a favor de Cipião e Catão. Ambos se opunham ao auto proclamado ditador romano.

Quando conseguiu chegar, vitorioso de tantas guerras e batalhas, na "Cidade Eterna", recebeu do Senado todos os poderes e dignidades do Estado; teve o triunfo[12]; proclamaram-no "Pai e Salvador da Pátria", e colocaram a imagem dele entre as estátuas dos deuses no templo de Marte.


César foi extremamente comedido em seu governo. Ele perdoou seus inimigos; empregou muitos cidadãos pobres nas colônias; reergueu numerosas cidades; reformou o calendário; protegeu as letras. Enfim, projetava realizar muitos planos úteis, quando em 15 de março em 44 a.C., o assassinaram numa reunião do Senado, alguns conspiradores sob a liderança de Cássio e Júnio Bruto[13].


[9] Existia, na época,  uma lei que impedia qualquer general de travessar o rio com seus exércitos, onde consistia numa fronteira natural entre as Gálias e Roma, pois evitava que grandes legiões ocupassem o núcleo do Império, para que não ameaçasse a estabilidade do poder central.

[10] Atualmente território da Grécia.
[11] Filho de Mitríades.
[12] Uma homenagem pública para prestigiar um comandante militar.
[13] Genro de Catão.

3. TRIUMVIRATO II (43 a.C.) 


A notícia da morte de César comoveu o povo romano, que perseguiu os conspiradores obrigando-os a fugir. 


Após novas crises sem precedentes no Império, formou-se então uma uma nova aliança política entre Marco Antônio, Lepido e Otávio[14]. Os três comandaram assassinatos contra muitos amigos e inimigos, e, indo em direção ao Oriente, derrotaram Cássio e Bruto nas planícies de Filipo na Macedônia[15].


Antônio e Otávio dividiram entre si o Império, deixando apenas a África para Lepido.

Antônio no Oriente, depois de fascinado por Cleópatra, empreendeu guerra contra Partos.

Dentro de pouco tempo, Otávio se tornou senhor da Itália vencendo Lepido e Sexto Pompeu [16].


Por fim, Otávio e Antônio entraram em guerra. A última batalha entre os dois foi em Áccio [17], na qual Antônio saiu perdedor e posteriormente fugiu para o Egito, onde suicidou-se. Cleópatra, que fora presa por Otávio, se suicidou com o veneno de uma víbora chamada áspide, afim de fugir da vergonha de reconhecer o triunfo do vencedor.


[14] Sobrinho de César.

[15] Atualmente região da Grécia.
[16] General romano e filho mais novo de Pompeu.
[17] Atualmente região da Grécia.

4. IMPERADOR AUGUSTO (27 a.C.) 

Imperador Augusto

Após se ver livre de seus oponentes, Otávio se ocupou de dar uma organização regular em seu governo. Restaurando, aparentemente, todas as tradições da República, reuniu em si mesmo todos os poderes de Roma. Se auto intitulou "imperador perpétuo", e o de "Augusto", que até então só se dava aos deuses.

Instituiu a guarda pretoriana[18];  reconstruiu a cidade; mandou fazer o recenseamento[19]; multiplicou os espetáculos, e, por causa de seus incentivos à literatura e às artes, a época ficou conhecida como o Período Áureo da literatura latina.

No ano trinta do seu reinado, o mundo estava em paz, quando se realizou o maior dos acontecimentos da história: o Nascimento de N. S. Jesus Cristo.


[18] Criada inicialmente para sua proteção pessoal.

[19] O censo, através dos censores, determinava os cidadãos e seus respectivos bens para colher posteriormente impostos.



(Compêndio da História Universal, 4ª Edição, S. Paulo, 1907 do Pe. Rafael Galante, pgs. 91-93)